sábado, 7 de agosto de 2010

Fica a dica:

Se não vai ligar, não diga que vai.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

All my life to live, all my love to give.

Vi dois filmes seguidos, hoje. Um era um drama o outro uma comédia romântica. Chorei como uma criança em ambos. Conhecendo-me há 20 anos e sabendo que isso não é (tão) normal aqui, fiquei me perguntando o que havia de errado. Lembrei-me de que hoje é dia 25: dia de comemorar mais um mês solteira. Tenho um princípio de TOC e adoro em contar o tempo e guardar datas. Então fiz algumas considerações sobre coisas que aprendi nesses oito meses:

8. Nenhum livro nem nenhum filme pode te preparar para uma decepção amorosa.
7. Pelo contrário, eles te dão esperanças de finais sempre felizes.
6. De fato, homem é que nem biscoito: vai um, vêm duzentos e oito.
5. Quando você estiver carente, não vai ter nenhum.
4. Para isso você amigos, que estarão lá SEMPRE.
3. Porque SEMPRE estarei lá pra eles.
2. Corações verdadeiramente partidos nunca poderão ser consertados
1. Mas é possível sobreviver a isso:


http://www.youtube.com/watch?v=cvsI3jc4pPA


Obrigada a vocês que me ajudam a sobreviver e ir colando pedacinhos a cada dia.
É, oito meses, sim, AND STILL COUNTING!















Não posso dizer que foram oito meses ruins, meu bem.
A gente tem que saber administrar o tempo que tem. ;)

domingo, 30 de maio de 2010

Easy Virtue.


"É verdade o que dizem por aí? Que você teve muitos amantes?"
"É claro que não é verdade. Quase nenhum deles realmente me amou."
Do filme "Easy Virtue", de Stephan Elliot

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Veneno

"Era muito fácil dizer 'Beba-me', mas a ajuizada pequena Alice não iria fazer isso assim às pressas. 'Não, primeiro vou olhar', disse, 'e ver se está escrito veneno ou não'; pois lera muitas historinhas divertidas sobre crianças que tinham ficado queimadas e sido comidas por animais selvagens e outras coisas desagradáveis, tudo porque não se lembravam das regrinhas simples que seus amigos lhes haviam ensinado: que um atiçador em brasa acaba queimando sua mão se você insistir em segurá-lo por muito tempo; quando você corta o dedo muito fundo com uma faca geralmente sai sangue; e ela nunca esquecera que, se você bebe muito de uma garrafa em que está escrito veneno, é quase certo que vai se sentir mal, mais cedo ou mais tarde."

CARROL, Lewis; 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Diálogo esclarecedor.

Fer diz: "Carol, quem eu quero não me quer."
Carol diz: "Que milagre. É por isso que você ta parecendo uma lunática?"




Ops.

sábado, 10 de abril de 2010

Romântica, eu?

Fiquei com um quase desconhecido pela primeira - provável e possivemente última - vez. No meio da conversa ele me perguntou se eu sou romântica. Pensei um segundo e todo o nosso relâmpago e inexistente relacionamento me passou pela cabeça. Respondi: "Não". Mas antes mesmo de eu terminar de pronunciar a negativa eu pensei em tudo que eu sou, em tudo que eu faço e penso. Corrigi: "Na verdade, sou romântica até os ossos". Mesmo que não estivesse me sentindo romântica. Estava com aquele sentimento de efemeridade do tempo, relações fluidas da modernidade, one-night-loving. Algo que eu estava certa de que não teria continuidade.
Pois que me enganei. Sou, faço e penso. Fiquei com um cara pela segunda vez. Quando senti falta de um abraço de despedida e uma mensagem de boa noite, percebi que, sim, sou romântica.
Sou, faço e penso. O tempo todo. Me alimento de comida, bebida, livros e romance.
Estive perto do cara, leia-se: não fiquei, pela terceira vez. Quando ele nem olhou para mim eu me dei conta de toda a verdade: não só sou romântica até os ossos, como até as medulas e os humores.
E me iludi completamente. De novo.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Travei

"Porque eu não acredito na existência de musas. Em primeiro lugar, penso que o sussurro da criatividade, o murmúrio do daimon é sempre conquistado na base do esforço (como dizia Picasso, que a inspiração te pegue trabalhando); e também estou convencida de que os musos e musas mais eficientes não são os verdadeiros amados, e sim as ilusões passionais. Quer dizer, a pura fabulação. Quanto mais longínquo, mais frustrado, mais impossível, mais irreal, mais inventado for o relacionamento sentimental, mais possibilidade tem de servir como estímulo literário. O imaginário reaviva a imaginação, enfim, enquanto a realidade pura e dura, o ruído imediato da própria vida, é péssima influência literária."

MONTERO, Rosa. 2004

Travei, não consigo escrever nem um parágrafo sobre qualquer coisa que seja.

sábado, 20 de março de 2010

Romance.

"Mas o mais importante é que eu tenho que parar de mentir para mim mesma. A vida não é um livro romântico. A verdade é que livros românticos vendem tão bem - a razão por que as pessoas gostam tanto deles - é que a vida de ninguém é daquele jeito. Todo mundo quer que a vida seja assim.
Mas a vida de ninguém é assim, na verdade."


CABOT, Meg; 2009

segunda-feira, 8 de março de 2010

Santo António


Acho que deveriam cassar a canonização desse sujeito.
Eita santinho mais ou menos que só trabalha quando quer!
Nem afogado, de cabeça pra baixo, o danado perde essa cara de safado!